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LEITURAS NOVEMBRO – 2014

 

Só falta 1 mês para o final do ano, e pelo andar da carruagem não consegui ler os 100 livros do #Projeto100LivrosEm1Ano … snif….snif…mas aumentei bastante a quantidade de livros lidos.

O que importa é ler, não importa a quantidade. Tracei uma meta para ter mais incentivo, e funcionou!

Vamos Ler!

Eis minhas leituras de Novembro com minhas breves resenhas

Obs: Todas as minhas leituras de 2014 estão no Blog, separadas por mês. E também minha apresentação (para muitos que perguntam quem sou, o que faço e etc). O nome da postagem é: “Prazer, me chamo Carol”

LIVRO 56

 

Terceiro volume da Série Bridgerton.

A inspiração do enredo veio da famosa na fábula de Cinderela. Sophie é filha bastarda de um lorde que a protege, dando educação e moradia. Após a morte do seu pai ela sofre nas mãos de sua madrasta, que a trata como criada. Tal como na fábula de Cinderela Sophie encontra seu príncipe encantado em um baile de máscaras, após o baile eles se desencontram. Passados dois anos do baile Sophie e Benedict se reencontram, e a partir daí o romance se desenvolve.

Um livro que você lê rápido e que deixa o leitor curioso a cada capítulo. Gosto da áurea épica no qual ele é situado.

Se quer um livro romântico, com passagens sedutoras – sem vulgaridade – e final feliz, essa série é ideal.

LIVRO 57

 

Já enfatizei que adoro livros relacionados ao universo literário: bibliotecas, leituras, etc. O título me fisgou. O livro mostra as intrigas do Rio de Janeiro na transição do Império para a República através da figura do último bibliotecário de dom Pedro II.  Ignácio Augusto Cesar Raposo, – homem real –  foi testemunha dos bastidores do Palácio de Petrópolis e da Corte no Rio de Janeiro, é usado pelo autor como um fio-condutor, para que ele apresente as alterações no tabuleiro de poder e na vida cotidiana do Rio de Janeiro a partir da Proclamação da República.

No início da leitura fiquei um pouco confusa, o livro é aberto por uma nota de um suposto revisor, que critica o autor.

O autor mistura realidade com ficção e demorei muito para me situar e discernir o que é dado real e o que é ficção, cheguei até a abandonar um pouco a leitura. Depois da metade do livro que as peças começaram a se encaixar e fui entendendo. O escritor viaja bastante nas narrativas. Achei interessante, a leitura é rápida, o livro é bem compacto.

O que mais gostei foi a adoração que ele tem pelos livros.Retirei trechos bastante interessantes.

“A viagem e os livros foram a terapia do espírito “

“A pilhagem de livros obedece à lei de Lavoisier, segundo a qual nada se perde, nada se cria, mas tudo se transfere de uma estante à outra, num modo contínuo, por toda a eternidade”

“Ferido de ingratidão, não me deixo abater. Guardo sempre um resto de esperança, necessário e suficiente.”

“…e aqui me distraio do tempo (que jamais me distrai), cercado pelas torres altas, que me protegem dos dissabores do mundo.”

“A viagem e os livros foram a terapia do espírito “

LIVRO 58

 

Sou fã de Hercule Poirot. Tenho coleção dos livros de Agatha Christie.

Uma mulher é condenada por ter assassinado o marido envenenado – um excêntrico e famoso pintor – deixando uma filha de 5 anos. Após anos na prisão essa mulher deixa uma carta para filha alegando inocência. Transcorridos 16 anos do suposto assassinato,  a filha, acreditando na inocência da mãe, procura o detetive Poirot e pede para que ele investigue o caso.

A partir daí Poirot inicia uma investigação de 5 pessoas que estavam no dia do assassinato, analisando o comportamento de cada um, seus depoimentos do dia em que ocorreu o crime. O detetive analisa principalmente o elemento psicológico dos personagens.

O livro não possui grandes momentos emocionantes, com ação e etc, no entanto achei bastante interessante e a leitura me cativou, aguçando minha curiosidade em desvendar o mistério.

LIVRO 59

 

Além da leitura, minha outra paixão é viajar. Me interesso por todos os títulos envolvendo o tema. O livro é bem condensado e super rápido de ler. São breves crônicas que falam sobre viagens, cidades e alguns fatos pitorescos ocorridos com o autor em suas andanças. Algumas crônicas boas, outras razoáveis, e outras dispensáveis,  como toda compilação de crônicas.

LIVRO 60

 

Tenho quase todos os livros da autora, adoro o estilo breve e intenso que ela escreve. Algumas crônicas eu já conhecia de outros livros que tenho, outras ainda não. É o tipo de livro que leio de um fôlego só, pois as crônicas são breves, leves e não são cansativas.

“A liberdade é politicamente incorreta. A liberdade é personalista. A liberdade não se veste bem, não tem bons modos, não liga para o que os outros vão dizer. Ser absolutamente livre tem um ônus que poucos se atrevem a pagar. […] Dizem que todo artista é louco. Se loucura e liberdade forem parentes, então concordo. Pintar, compor, escrever, dançar, tudo isso requer um mergulho num terreno muito perigoso, o da nossa inconsciência. Picasso e a arte dos desiguais Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta… Como conciliá-la com as exigências da vida de todo dia, com os limites de uma relação amorosa, com a nossa família, com as nossas próprias e mundanas precariedades? A necessidade de liberdade e a busca pelo equilíbrio são aspectos muito presentes na obra de Martha Medeiros – uma das cronistas mais lidas do país. Este volume reúne as melhores crônicas de seus 20 anos de carreira sobre A mulher contemporânea, Livros, filmes, músicas etc, Fé e equilíbrio, No divã e Sociedade, e debate nossa eterna luta para combinar a ânsia por liberdade com nossas demais aspirações.”

 

E vamos continuar lendo!

 

Carol  😉