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O YARK

 

 

Logo que vi a capa relembrei de um belíssimo filme que assisti na infância: “História Sem Fim” .

No início da leitura o Yark parece um monstro bastante assustador, nas primeiras linhas é narrada minuciosamente a maneira como ele devora as frágeis criancinhas.

Alguns possuem intolerância à lactose, outras ao glúten, mas o Yark possui intolerância aos meninos malcomportados. O livro adentra na sua incessante busca por “refeições” digeríveis, saudáveis, ou seja, as crianças boazinhas.

“As pessoas mais gentis são sempre as primeiras a ser devoradas” (pág. 16)

Na busca ele viaja para França, Londres, sempre procurando criancinhas para devorar.

Eis que ele conhece Madeleine, uma doce menininha que através do seu amor irá transformar a vida deste monstro tão assustador .

Uma leitura deliciosa, engraçada e que traz uma lição do poder transformador da amizade e do  amor.

 

Site da editora : Editora Zahar

Ficha Técnica

Assunto: infantojuvenil
Tradutor: Joana Angélica d´Avila Melo
80 páginas
14x19cm
1ª edição
ISBN 9788566642421

Resenha elabora por: Carol 

Instagram @livros_e_leitura

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LEITURAS FEVEREIRO – 2015

No mês de fevereiro li excelentes livros! Adorei e recomendo todos, sem exceção!

LIVRO 10

 

O livro já estava na minha fila há bastante tempo, finalmente chegou a vez.

Amo livros baseados em fatos verídicos, tenho fascinação por livros nesse estilo literário.

A vida de Mineko Iwasaki – autora da autobiografia –  uma das mais famosas gueixas do Japão,  foi retratada pelo escritor Arthur Golden no livro “Memórias de uma gueixa”, ocorre que ela se sentiu ofendida pela maneira como o autor descreveu sua vida, e deixou claro que muitos pontos não foram fiéis ao que realmente aconteceu na sua vida, então ela resolveu escrever suas próprias memórias nesse livro. Ainda não li o livro “Memórias de uma Gueixa”, preferi começar a leitura sobre a vida dela através do livro mais condizente com a realidade.

Quando li o livro estava indo exatamente visitar o Japão, e fiquei fascinada com a maneira que os costumes e tradições japonesas são descritos e explicados, uma verdadeiro banho de cultura nipônica.

O livro retrata a vida de Mineko Iwasaki, uma das mais famosas gueixas do Japão. Quando ela tinha apenas 3 anos de idade iniciou o treinamento para uma vida de Gueixa.

Imperdível! Excelente. Adorei e recomendo

LIVRO 11

 

 

Suicídio ou crime? O Dr. Morley era um homem satisfeito, respeitado pelos colegas, amado pela família e pelos amigos. Uma pessoa que não tinha nenhum inimigo nem motivos para se matar. No entanto, ele foi encontrado morto com um tiro na cabeça e um revólver na mão. O inspetor Japp acredita na hipótese de suicídio, mas o detetive Hercule Poirot desconfia das estranhas circunstâncias em que seu dentista morreu. As suspeitas aumentam quando um dos pacientes do Dr. Morley é assassinado e outro desaparece misteriosamente. O detetive belga tem que desvendar o caso antes que seja tarde demais.

Agatha Christie é sempre uma excelente opção, não tem erro! Se quer um livro policial, é só embarcar no mundo de Poirot.

 

LIVRO 12

 

Uma escritora que não pode faltar na minha biblioteca: Lya Luft.

Ela possui uma habilidade única de no meio de narrativas envolver dramas humanos e levar o leitor ao universo da reflexão sobre os temas abordados.

Apesar da narrativa triste e dramática, o livro é gostoso de ler.

LIVRO 13

 

ESPETACULAR!

” Naquele lugar tão escuro em que a humanidade chegou a alcançar a própria sombra, a presença dos livros era um vestígio de tempos menos lúgubres, mais benignos, quando as palavras ressoavam mais do que as metralhadoras.”

Uma dos melhores livros lido ultimamente. E mais uma vez o tema e estilo literários que me fascinam.

Quando recomendei a leitura no Instagram, várias pessoas acharam interessante e leram. Hoje recebo inúmeros comentários agradecendo a indicação e relatando que adoraram o livro. Impossível não gostar…na minha opinião

O livro relata a história verdadeira da jovem Dita Kraus, que com 14 anos ficou responsável por uma biblioteca de apenas 8 livros, livros estes desgastados que ela cuidava com esmero de uma enfermeira. Ela arriscava sua vida, levando os livros embaixo do vestido, espalhando um pouco de alegria para os judeus confinados de Auschwitz

Um registro de uma época sofrida da história, mas que também mostra a coragem de pessoas que não se renderam ao terror e se mantiveram firmes usando os livros como “arma”.

“Auschwitz não mata só os inocentes, mas também a inocência.”

Recomendo MUITO!

 

E vamos continuar lendo!!!

 

Carol  😉